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Gênios das sedes de Valadares e Teófilo Otoni recebem medalha e menção honrosa da Obmep

Ser bom na tão temida matemática é tarefa para poucos! Mas o aluno do Genoma, Guilherme Felix Abreu Parente, além de amar a disciplina, foi medalhista na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) em 2017 e recebeu a medalha de bronze no dia 14 deste mês, no próprio Colégio. A entrega foi feita pelo coordenador regional da Obmep, Carlos Roberto Torrente.

Confira os premiados

Além de Guilherme, outros quatros gênios de Valadares e um de Teófilo Otoni participaram da Obmep e receberam a Menção Honrosa. São eles:

  • Gustavo Henrique Aguiar Freitas – aluno do 7° ano em 2017 em Valadares;
  • Isabella koury de Souza – aluna do 7° ano em 2017 em Valadares;
  • Marianna Silva Borburema – aluna do 2° ano em 2017 em Valadares;
  • Vitor Lauar Pimenta de Figueiredo – aluno do 1° ano de Teófilo Otoni, em 2017.

Gustavo contou que ficou surpreso e feliz pela certificação já que considerou a olimpíada difícil. “É difícil, mas não impossível. O Genoma nos deu uma boa base para fazer as questões”, disse o aluno.

Para o aluno Vitor, a OBMEP foi uma oportunidade ímpar de testar seus conhecimentos na área. “Achei minha experiência na OBMEP única, pois apesar de estar somente na 1ª série do Médio quando fiz a prova e ela contemplar conteúdo das 2ª e 3ª séries também, eu pude testar meu conhecimento e consegui a menção honrosa”.

Já Guilherme manda tão bem na disciplina que dá aulas de monitoria de forma voluntária para seus colegas. Além de matemática, o gênio também ajuda em Física e Química. O companheirismo entre eles é grande. “Às vezes eu acho que meus colegas acreditam mais em mim do que eu mesmo”, conta o aluno.

Ele contou que escolheu o Genoma por se identificar com a metodologia de ensino do colégio, que, aliado ao seu interesse em matemática, foi fundamental para seu desempenho excepcional na OBMEP.

Participação de escolas privadas na Obmep

A partir da edição de 2017, a OBM passou a ser integrada juntamente com a OBMEP, com o objetivo de racionalizar a utilização dos recursos financeiros e humanos, bem como tornar mais eficientes os esforços pela divulgação e estímulo da matemática no Brasil. A OBMEP, até então, contemplava apenas os alunos da rede pública mas, com a integração, passou-se a contar, também, com a participação de discentes de instituições de ensino privadas.

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